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FILATELIA


Aves Portugal 5º Grupo
EDIÇÃO 2004



Andorinha Daurica


Cotovia Montesina


Cruza Bico Comum


Papa Figos


Chapim de Poupa



Aves Portugal 4º Grupo (base)
EDIÇÃO 2003



MELRO-AZUL (Monticola solitarius)

O macho é de cor azul metálico tendo as asas e cauda pretas. Bico e patas cinza escuro. A fêmea acastanhada, possui na garganta, peito e ventre, barras em forma de crescente claras e escuras. O bico e patas são semelhantes aos do macho. Isolado, prefere as zonas pouco humanizadas e rochosas com alguma altitude, pode também ser observado em antigas pedreiras. Alimenta-se de insectos e sementes.


CHASCO-RUIVO (Oenanthe hispanica)

Tanto o macho como a fêmea podem variar as cores da sua plumagem. Na forma mais comum o macho possui uma máscara preta envolvendo apenas os olhos (ou também a garganta), destacando-se na cor o amarelo da cabeça e dorso. O peito e o ventre são no mesmo tom mas mais claro. As asas e a cauda são pretas, o uropígio esbranquiçado. Bico e patas escuros. A fêmea tem tons menos contrastados que o macho e mais acastanhados sendo a máscara facial menos evidente. Característico do mediterrâneo, prefere regiões abertas e secas algo rochosas, áreas cultivadas e locais de uma certa altitude. Visitante estival do nosso país, nidifica a partir de Abril e Maio nas fendas dos muros ou rochas junto ao solo. Alimenta-se de insectos.


PETO-VERDE (Picus viridis)

Bico forte de cor cinza com a extremidade escura, nuca vermelha com pequenas manchas azul metálico, olhos verde claro rodeados por uma mancha negra que se prolonga pela face em forma de bigode terminando em vermelho nos machos. O dorso e as asas são verde oliva , as rémiges primárias escuras salteadas por marcas claras, o ventre é cinza esverdeado claro. Frequenta florestas de pinho e carvalhos intercaladas por clareiras ou áreas de cultivo. Nidifica em buracos que talha com o bico nos troncos das árvores. Alimenta-se de formigas e das suas larvas que captura com a língua comprida e viscosa ou escavando os formigueiros usando também o bico como ferramenta.


POMBO-DAS-ROCHAS (Columba livia)

Este pombo é a espécie que deu origem a grande parte das raças domésticas inclusive dos pombos correio. É difícil definir a raça pura uma vez que a espécie selvagem se mistura com a doméstica frequentemente, originando a maior confusão na identificação dos indivíduos. Desta forma descrevendo a espécie genuína, a cabeça é cinza escuro, o bico possui uma saliência branca e os olhos são vermelho escuro. O pescoço é verde e púrpura metálico, o dorso peito e ventre cinza claro. As asas fechadas, têm duas listas pretas paralelas bastante evidentes, o uropígio é branco e a cauda termina numa lista escura. As patas são vermelhas. Reside nas zonas montanhosas e nas encostas rochosas onde costuma nidificar. Alimenta-se de grãos e sementes.


TOUTINEGRA-CARRASQUEIRA (Sylvia cantillans)

É ave mais pequena desta colecção. O macho tem o bico claro com a ponta mais escura e no seu prolongamento um bigode branco. A cabeça e dorso são cinza azulado, os olhos circundados por uma lista vermelha, as asas e cauda acastanhadas. Peito e garganta vermelho barro, ventre claro quase branco, patas rosa avermelhado. A fêmea na parte superior é castanha clara e na inferior branco sujo. A lista que envolve os olhos é clara. Procura zonas com árvores e arbustos para viver e nidificar. Alimenta-se de insectos e pequenos frutos.


Veja também: Bilhete Postal, Pagela e Sobrescrito.


Selos portugueses de Aves da Madeira
EDIÇÃO 2002


Aves da Madeira (WWF)

Fazendo parte da família Columbidae, a Rola (Streptopelia) é uma ave pequena de aspecto afável semelhante a um pombo.
Bico fino preto e vermelho carmim, com ligeira saliência no início, olho amarelo torrado com lista supraciliar também vermelho carmim. A cabeça arredondada apresenta tons de cinza mais acentuados nalguns indivíduos que noutros. O pescoço possui de ambos os lados uma marca em forma de crescente, com listas alternadas entre o branco e o preto. As asas dividem-se entre um castanho ocre com marcas escuras, o cinza azulado das penas secundárias e o castanho escuro das primárias. Dorso sépia claro, peito rosado e ventre branco. A cauda é escura com uma banda branca em forma de leque quando aberta.
br> Preferindo habitats mistos alternados na maior parte das vezes por zonas de floresta pouco densa e áreas de cultivo onde se alimenta de sementes.Também frequenta lugares de alguma altitude, tal como parques urbanos de grande extensão.

Habitualmente encontram-se aos pares, podendo ouvir-se os seus chamamentos compostos por um tôurrr turrr turrr turrr durante o período de acasalamento. Nidifica no fim da primavera fazendo normalmente uma postura de dois ovos que deposita num ninho pouco aglomerado.

A sua distribuição estende-se principalmente pela Europa, Ásia e norte de África, ocorrendo na macaronésia nos Arquipélagos da Madeira e Canárias em pequeno numero. A sua presença foi confirmada na ilha da Madeira por P. Zino em 1991 ( P.Oliveira em Aves do Arquipélago da Madeira, 1999 ).

Tratando-se de uma espécie cinegética, a sua população vive ameaçada permanentemente pela caça, estando mesmo em forte declínio em alguns países.

JOSÉ PROJECTO

Veja também: Bilhete Postal, Pagela e Sobrescrito.


Selos portugueses de Aves de Portugal
EDIÇÃO 2001


Peneireiro cinzento (Elanus caeruleus)

Ave de presa, de pequenas dimensões, as suas cores repartem-se entre o cinza e o branco, apresentando um preto bem marcado nas coberturas superiores das asas, patas amarelo vivo e olhos vermelhos, por vezes alaranjados. Durante o voo fica parada no ar, pereirando. Residente todo o ano, prefere os montados de sobro e azinho para nidificar. Integra a lista das aves mais ameaçadas.


Abutre do Egipto (Neophron percnopterus)

Visitante estival, é o menor dos abutres que se pode observar em Portugal. A cabeça é de cor amarelo torrado, desprovida de penas. Os olhos e a extremidade do bico são pretos e o corpo é branco, sujo de castanho claro no pescoço e coberturas, contrastando com o preto das rémiges. As patas são de cor-de-rosa pálido. Nidifica nas fendas das escarpas rochosas. Com uma alimentação variada, é muito guloso por ovos, que atira contra o solo com o bico ou parte com uma pedra.


Caimão-Comum (Porphyrio porphyrio)

Reduzida a pouco mais de uma dúzia de casais, habita a costa sul do nosso país. É uma ave tímida que se refugia em pântanos de água doce, ricos em plantas que lhe proporcionam alimentação e esconderijo perfeitos. Olhos, patas e bico de um vermelho vivo, plumagem azul forte, matalizada ao reflectir da luz. Sem uma protecção eficiente, terá sérios problemas de conservação.


Sisão (Tetrax tetrax)

Residente todo o ano, o sisão macho realiza espectaculares paradas nupciais. Exibe uma gola insuflada composta por penas negras, marcadas por dois colares de um branco puro. A cabeça é castanha e cinzenta, o bico cinza, olhos amarelo alaranjados e o dorso castanho claro com listas negras. Nidifica nas planícies de cultivo e alimenta-se de insectos, pequenos animais e sementes.


Perdiz do mar (Glareola pratincola)

Estival em Portugal, prefere os sapais e as margens secas junto dos arrozais e albufeiras para nidificar. Alimenta-se de insectos e outros pequenos animais. O dorso é castanho esverdeado e o peito castanho claro diluindo-se para o branco no abdómen. Bico vermelho e preto, olhos pretos, donde parte uma lista negra separando a garganta, amarelo pálido, do resto do corpo.


Águia Real


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Todas estas informações descritivas das aves portuguesas que constam nos selos de Portugal, foram fornecidas pela Direcção de Filatelia dos CTT - Correios de Portugal, S.A.

 
 




Criador de Aves em Portugal - Guia de Iniciação


 












 








 

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